quarta-feira, 1 de março de 2017

A DEPRESSÃO & EU... DEPOIMENTO PESSOAL

Boa Noite, queridos.

Semana passada, pouco antes do Carnaval, eu soube que uma pessoa querida estava com depressão profunda. Eu a conhecia há muitos anos. Desde a minha adolescência, para ser mais precisa. Conheci seus filhos, sua família. Frequentava sua casa... Eu desconfiei de que ela estava doente em Dezembro, ao ver uma foto dela no Facebook da filha. Mas não me envolvi porque achei que ela preferia se manter distante...

Bom, na Quinta-feira retrasada, a filha dela veio conversar comigo no Messenger e me contou que ela estava em depressão profunda. Disse que ela estava assim porque não conseguia trabalho e que ela estava pesando apenas 34 Kg. Gente, pensem comigo! Eu conheci esta mulher forte, rechonchuda, batalhadora! Agora, estava debilitada, pesando 34 Kg.... Conversei com a filha dela e falei para que cuidasse bem da mãe porque depressão mata... E, infelizmente, matou esta pessoa querida. Ela faleceu 02 dias depois desta minha conversa com a filha dela...

Eu fiquei desolada... Não só porque eu a conhecia e sabia da sua História... Mas porque eu sei como é viver em depressão. Ela não se matou. Não foi suicídio. A doença a matou... Ela estava fisicamente muito debilitada e não aguentou mais. O corpo parou. Porque a alma parou. Porque o coração parou.

Quem nunca teve depressão não vai saber NUNCA o que é esta doença. Esta doença mata POR DENTRO. Acho que a depressão é o câncer da alma porque, uma vez que entra em metástase, é muito, muito difícil a cura - não é impossível. Mas a luta, meus queridos, é árdua. E só quem já passou por ela sabe...

Não adianta vir com papinho de: "Ah, deixa de ser corpo mole. Levanta desta cama", "Ah, depressão é doença de rico, pobre não tem tem esse luxo", "Se você fizer uma esforço, você consegue", "Você que não quer sair desta cama", "Isso é falta de força de vontade"... Isso foi um pouco, quase nada do que escutei.

Tive depressão a 1ª vez quando ainda era solteira e estava na faculdade. Entrei em crise total, Gente! Misturei Síndrome do Pânico com depressão. Não conseguia ir às aulas na Faculdade. Chegava para a aula, abria a porta, via aquele monte de alunos e saía chorando pro banheiro. De lá, era certo matar aula em um canto escuro, comendo e onde ninguém pudesse me ver. Perdi períodos da Faculdade. Meus pais descobriram, me ajudaram e eu consegui superar. Minha mãe teve que ir a algumas aulas comigo nesta época. Mas superei!

Continuei em tratamento por alguns anos, com a mesma medicação. Até que a Juju nasceu prematura. E aí, misturou depressão pós parto com depressão profunda. Julia ficou 54 dias na UTI Neo. Foram 54 dias de hospital. Não quis conversar com ninguém, ver ninguém. Não queria que ninguém sentisse pena de mim, sabe? Foram dias de muita luta e muitas, muitas lágrimas.

Quando ela saiu do hospital, eu achei que me recuperaria sozinha e com os remédios. Meu médico, o que eu frequentava naquela época, não exigia que eu fosse a uma consulta para liberar as receitas de medicação. Eu pegava com a secretária dele - que era quem preenchia os receituários, inclusive. Portanto, não havia qualquer controle, por parte dele, sobre a minha medicação.

Quando Juju fez 01 ano, nos mudamos para Irajá. E aí, a coisa desandou de vez! Passei a não ter controle sobre a medicação e a depressão se tornou cada vez mais profunda. A medicação me controlava. Sabe dependente químico, neurótico pela droga? Era eu com meus remédios para depressão. Era remédio pra dormir, remédio pra controlar humor, remédio pra acordar.... E a vida foi passando...

As pessoas que conviviam comigo naquela época dizem que eu não tinha mais expressão facial. Era o mesmo rosto para tristeza, alegria, raiva. Lembro, como se fosse hoje, o meu pai falando que estava com saudades da minha gargalhada. Que havia anos que ele não me via gargalhar. E era verdade. Ele falava que eu precisava de ajuda e eu negava - dizia que estava bem, que a medicação estava ótima!

Gente, eu me auto-medicava! O médico mandava eu tomar 04 comprimidos, no máximo. Eu tomava 10 e, no meio da noite, se acordava, tomava mais 10!!! Olha o nível de loucura, de medo de não dormir, de medo de ficar acordada!!! Ninguém sabe o que se passava dentro de mim.... Ninguém sabe os anseios e os receios que eu vivi... A dor que eu carregava em meu peito.... Eu não queria aquilo pra minha vida, mas eu não conseguia sair!!! Era muito, mas muito mais forte que eu!!!

Eu conversava com meu marido... Ele me ama tanto! Ficou ao meu lado todos estes anos, me ajudando, me apoiando, tentando me fazer sair de um buraco em que eu me enfiava cada vez mais!!! Minha família tentava ajudar, mas não sabia como!

Eu fazia as coisas no piloto automático. Parei de fazer tudo que eu amava: cozinhar, ler, ir ao cinema, escrever.... Era como se nada disso pudesse fazer parte do meu mundo.... Um mundo cinza, quase preto....

Eu odiava sair de casa... Passei a não querer ir para a rua... Não queria ir a aniversários, shoppings ou qualquer lugar que tivesse pessoas... Não queria que ninguém me visse daquele jeito... Porque eu não era daquele jeito... Eu sentia saudades da mulher alegre e cheia de vida que eu era, mas eu não conseguia resgatá-la...

Em 2013, com a morte de Painho, e outros acontecimentos na minha vida, muita coisa mudou... Um período de grande dificuldade e amargura veio.... E, por 12 dias, eu fiquei sem qualquer medicação... Foram 12 dias de reflexão... 12 dias que mudaram a minha vida. 12 dias para que a velha Bianca pudesse voltar e tomar as rédeas da minha vida. Foram os 12 dias mais difíceis da minha vida. Mas foram 12 dias de libertação.

Consegui mudar de médico. Mudei a medicação. Com este novo médico, eu tinha que ir às consultas para conseguir receita. Mas, naquele momento, isso não era problema. Eu estava dominando a depressão e não mais ela me dominava. De 10 tipos de medicação diferentes, eu passei a tomar 03. E depois diminuímos para 02.

Quando engravidei do João, parei totalmente com a medicação. E não, não parei sozinha, porque eu estava me dando alta. Foi meu médico que cortou a medicação e me acompanhou até metade da gravidez. Ele me disse pra voltar quando o João nascesse. E foi o que eu fiz. Depois de 03 meses, ele me deu alta.

Ninguém nunca vai saber como foi o deserto da minha vida durante os anos de depressão. Ninguém vai saber a dor que estava dentro de mim durante aquele período escuro. Ninguém vai conseguir entender todos os pensamentos que circulavam em minha mente insana daqueles anos.

Me culpei por muito tempo pelo tempo que perdi e por pessoas que feri emocionalmente ao longo daquele tempo. Mas não estava em minhas mãos o domínio do meu corpo. Nunca, em momento algum, feri fisicamente alguém - nem tentei suicídio (embora tenha pensado na hipótese). Mas, tenho plena convicção de que magoei pessoas que amo durante minha caminhada pelo meu deserto pessoal.

Mas aprendi a me perdoar. Porque eu estava doente. O câncer da alma me alcançou e me derrubou... E eu estava perdendo a batalha... Fico feliz em poder dizer que não perdi a guerra. Mas sei que muitas pessoas perdem.... Depressão MATA! E mata por dentro....

Não pense que uma pessoa em depressão não tem força de vontade, não quer sair daquele estado ou mesmo gosta da "piedade" dos outros e quer viver assim, esperando que todos lhe cerquem. Não é esta a vontade de uma pessoa depressiva. Ela quer voltar a ser livre, pode ter certeza. Mas ela não consegue. E, desta forma, você não ajuda!!!

Li um livro que fala sobre um daqueles ataques de adolescentes nas escolas dos EUA. No 1º deles, em Columbine, em 1999, um dos atiradores foi considerado maníaco depressivo. A depressão o levou àquela situação. Ele queria morrer, só não tinha coragem de se matar. Sua depressão era tão grande, que ele se uniu a um psicopata para ter coragem de se matar. Ele tinha DEPRESSÃO. Ele escrevia, pensava, imaginava, sonhava com sua morte!!! E, ainda assim, conseguiu viver um bom tempo, disfarçando toda a sua dor interna.

Repito: DEPRESSÃO MATA! Como câncer que se espalha, a depressão se esparrama internamente.... Pense nisso antes de sair acusando pessoas depressivas de não quererem, não almejarem a cura!! Essa é a maior vontade delas!!! Mas, muitas vezes, senão na grande maioria das vezes, ela não enxerga a saída.

O que eu posso dizer a você, que convive com uma pessoa em depressão: Tenha calma, paciência e tente compreender um pouco mais da doença. Não pense que a pessoa não tem força de vontade. Ela tem um desejo de libertação enorme, mas ela não encontra esta vontade - está perdida dentro dela.... Ela se sente presa, amarrada, sem ter para onde ir.... Apoie, dê amor e carinho.... Chore junto, ore junto.... E, se precisar conversar, conte comigo! Estou aqui e, se eu consegui vencer, você também pode!!!

Estamos juntos na luta contra a depressão! Porque, juntos, sempre seremos mais fortes!!!!

"Ame ao seu próximo, como se fosse você, como se a dor que ele sente, fosse a que sente você
Ame ao seu próximo, como se fosse você, como se a dor que ele sente, doesse mais em você..."


sábado, 18 de fevereiro de 2017

AMOR DE MÃE TEM LIMITE?!

Oi, Gente!

Essa semana eu li uma reportagem que mexeu muito comigo. Uma mãe luta, na Justiça, para obrigar seu filho de 22 anos a fazer um tratamento médico a fim de evitar sua morte. O garoto precisa de um transplante e ia conseguir entrar na fila, mas se recusa a fazer todo e qualquer tratamento.

Fiquei pensando neste mãe e no seu sofrimento... Não é nada fácil vermos alguém que gostamos sofrer... Seja por uma doença ou por qualquer outro motivo... Mas, como mãe, entendo ainda mais a dor e o desespero desta mulher...

Qual seria o limite para esta mãe? Ou melhor, qual seria o limite do amor de qualquer mãe?

Lembrei do livro "Como eu era antes de você"... Nele, um dos protagonistas é tetraplégico e quer ir para a Suiça, para uma clínica de suicídio. Como eles não podem fazer qualquer movimento que não seja apenas com a cabeça, nesta clínica, eles dariam uma medicação para que ele morresse. É a tal da eutanásia.

Se ele vai, ou não, para a clínica, você só vai saber lendo o livro ou vendo o filme - porque eu não vou contar. O fato é que, nesta estória, o pai aceita a decisão do filho. Tenta entendê-lo. Mas a mãe, apesar de entendê-lo, não aceita a decisão dele e tenta, com todas as forças, fazê-lo desistir desta ideia.

Não vou entrar no mérito do amor de pai X amor de mãe. Isso não é o tema da questão. A questão, pra mim, é o limite do amor. De mãe, de avó, de mulher... O amor teria um limite? Esse limite seria o respeito às decisões alheias?

Eu sei que temos que respeitar as pessoas e suas opiniões / decisões. Ok. Mas e quando esta pessoa é seu filho e você acha que ele não tem maturidade pra tomar determinadas decisões, mesmo sendo maior de idade? Porque os psicólogos determinaram que o menino (do caso que falei) tem discernimento pra entender o que acontece, mas não tem maturidade pra tomar determinadas decisões - principalmente sobre esta questão de vida ou morte...

Se fosse eu, acho que eu faria como esta mãe. Não nego isso. Por mais que eu fale sobre amor e misericórdia, seria muito difícil pra mim aceitar que meu filho quer morrer e se recusa a fazer qualquer tratamento para se curar ou prolongar sua vida. Me condenem se quiserem...

Eu acho que qualquer mãe faria isso. Recorreria a tudo e todos para salvar seu filho. Eu daria minha vida pela vida dos meus filhos, então, por qual motivo aceitaria esta decisão tão drástica, ainda mais quando ele ainda é tão jovem e nada viveu?

Acho que o juiz deste processo deve estar muito confuso e indeciso... Principalmente se for mãe... Aí é que a situação lascou-se mesmo! Li uma entrevista com a Juíza que julgou os assassinos do menino João Hélio. Não sei se lembram do caso: a mãe e os dois filhos foram assaltados. Quando ela saiu do carro com o mais velho, o João Hélio ficou preso pelo cinto. Os ladrões fugiram com o carro e arrastaram o menino por quilômetros. Ele faleceu.

Ela disse, nesta entrevista, que na época que julgou o caso ainda não era mãe. Mas que, vendo o processo e toda a questão, depois de proferir a sentença, ela chorou por horas. Disse, ainda, que hoje, sendo mãe, seria muito mais difícil julgar este caso sem levar em consideração seu sentimento como mãe...

Há como seu imparcial neste quesito? Não sei... Porque penso como mãe... E, como mãe, torço por esta mulher e para que ela consiga obrigar o filho a fazer um tratamento...

E você? O que faria no lugar dela?



https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/estado/2017/02/16/mae-luta-na-justica-para-obrigar-filho-a-fazer-tratamento-que-pode-evitar-morte.htm

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

MUNDO DA MODA PLUS SIZE

Oi, Pessoas!

Como eu nunca escondo nada de vocês, ainda mais quando é coisa BOA, MUITO BOA, eu tenho que divulgar aqui tudo que eu tenho descoberto acerca de um mundo de roupas e estilos PLUS SIZE que eu não sabia que existia.

Não sei se você é gorda, como eu. Se mais ou se menos. Isso não importa! Mas, se você veste mais de 46, passou por muitas situações como as que eu passava: roupas feias, sem cortes bacanas, com estampas HORROROSAS, na maioria das vezes roupas de senhoras e calcinhas sempre enormes de algodão... Ah, sim! Vestidos básicos com preços variando entre R$ 120,00 a 250,00. Vai dizer que não? A não ser que você fosse filha de costureira, meu amor, você passou por isso.

Aí, chegou a Leader Magazine com um setor PLUS!! WOW!!! Super fashion!!! Roupas transadas? Raramente!!! Preços justos? Quase nunca!!! Estampas bacanas? Às vezes! Calças jeans com bolsos na frente e atrás? Raramente! Calças ou saias cargo? NUNCA!!!! A C&A tentou fazer uma linha assim, mas o preço ficou tão alto que desistiram...

Aí, eu descobri a Michelle Barros, da Mii Psique (@miipsique) em Março de 2016. Gente! Amei! Ela fez um vestido lindo pra mim, para a festinha dos meus filhos. E eu fiquei fascinada!!! Comecei a segui-la no Instagram e fiz amizade... Acabei comprando outros vestido com ela e descobrindo DIVERSAS marcas que trabalham com moda PLUS.

Nisso, em Junho, eu descobri o BB Tijucano (@bb_tijucano). Bom, o BB Tijuca não é totalmente voltado para a moda PLUS. Tem algumas marcas que são para o mundo PLUS. Mas não todas. Tem muitos estandes de brechó. Mas, foi ali que eu descobri que eu posso usar roupas lindas, elegantes, sexys e não preciso pagar vendendo um rim ou ovário...

Umas das primeiras compras que fiz foram nas lojas GG.RIE (@gg.rie ou www.ggrie.com.br) e Na Beca Tamanhos Reais (@nabecatamanhosreais). Na primeira, eu comprei uma camisola sexy transparente que vinha com uma microcalcinha e, na segunda, comprei diversas blusas e uma saia de couro vermelho (lembro o preço da saia até hoje - R$ 65,00).

Foi lá que conheci as meninas da Upsy (@upsybh ou www.upsybh.com) e A Minha Praia É (@aminhapraiae). Conheci também a Ackon (@ackonwear), Cabide Mix (@usecabidemix ou www.cabidemix.com.br). Lá descobri outras marcas, mas não me lembro de todas... Porque algumas não vão todos os meses... Variam...

Aí, em Setembro, a Michelle veio pro Rio para estar no evento Hashtag Bazar (@htagbazar). Eu fui, apenas para ajudá-la a montar o estande dela... Mas não consegui sair de lá sem passar em todos os estandes. E aí, num evento TOTALMENTE PLUS, conheci outras marcas e me apaixonei cada vez mais POR MIM!!!!

Gente, são muitas marcas! Tem o Ateliê Cretismo (@atelie_cretismo), a Assens (@loja.assens), a Antonieta (@antonietaplus ou www.antonietaplus.com.br), a Flower (@flowerplussize ou www.flowerplussize.com.br), a Belle Rose (@belleroseplussize) e várias, várias outras!!!!! Tem que ir pra conhecer, Gente!!!!

Tem que ir MESMO!!!!!!!

Sabe por qual motivo? Você tem que saber que você, mulher ou homem PLUS SIZE, não é obrigado a comprar "o que cabe em você", ou comprar várias roupas iguais, com cores diferentes porque aquela roupa coube em você! Você tem OPÇÕES! De roupas, de cores, de estilos, de preços - DE TUDO O QUE VOCÊ IMAGINAR!!!!!

Você é e pode ser linda(o) EM QUALQUER MANEQUIM!!!!!!!!

Que saber mais? Neste fim de semana tem os 02 eventos acontecendo!!! O BB Tijuca acontece no Sábado e no Domingo. O Hastag é só no Sábado. O horário é o mesmo para os dois eventos: de 11 às 19 horas. Ah, eu vou estar no estande da Loja Assens neste Sábado, no Hashtag. Mas eu vou no Domingo no BB, pra prestigiar meus amigos que estarão lá!

E aí, vai fazer o que neste fim de semana? Passa lá pra me conhecer e me dar um abraço? Vem pro meu mundo! Você vai adorar!!!!

Até lá!


terça-feira, 31 de janeiro de 2017

DESCOBRINDO A GRAVIDEZ!!!

Oi, Gente!

Então... Esta semana, eu recebi a ligação de uma pessoa muito amada e muito querida que me disse que havia feito o teste de gravidez de farmácia (na verdade, ela já tinha feito dois!) e que eles deram negativo. Aí, ela me disse que estava mais tranquila porque tinha certeza que não estava grávida.

Antes que critiquem esta mocinha, Gente... Ela quer ser mãe, sim. Apenas acha que este não é o momento. Ela e o marido querem realizar algumas coisas antes de engravidarem, ok? É só isso e nada mais!!! Então, vamos guardar as pedras, ok?!

Enfim... Minha resposta pra ela foi: "Teste de gravidez NÃO É INFALÍVEL!!! Aliás, nem teste de sangue!". E eu vou contar exatamente a razão disso tudo!!!

Quando eu engravidei do João, eu estava procurando emagrecer. Já havia perdido 04 Kg, mas estagnei. Então, eu estranhei. E comecei a fazer uma bateria de exames, inclusive de gravidez, já que a minha menstruação estava atrasada.

Bom, na sexta-feira, dia 01/08/2014, eu fiz 03 exames de farmácia diferentes. Todos deram negativos. Ainda duvidando, eu fiz um exame de sangue na segunda-feira. Deu negativo. Fiquei triste, mas segui em frente.

Aí, na quinta-feira, dia 07/08/2014 eu tinha uma ultra marcada, pra checar os ovários. Eu tenho ovários policísticos. Bom, ao chegar no local do exame, eu informei para a recepcionista do atraso da minha menstruação. Aí, a menina disse que, se eu estivesse grávida, eu não poderia fazer o exame. Eu disse que estava tudo bem e fui atendida. A médica me garantiu que estava tudo certo e que, definitivamente, eu não estava grávida. Exame de sangue e utra negativos.

Satisfeita com as explicações, na segunda-feira, dia 11/08/2014, eu fui a uma consulta com endocrinologista. Ele me passou diversos exames, inclusive de sangue. Como a consulta foi logo cedo e eu estava em jejum, fui logo fazer o exame de sangue. Entre eles, tinha o beta - só pra conferir.... Pela noite, vendo o resultado dos exames, estava lá: POSITIVO!

Então, sacou o problema? Todos os exames de farmácia e até os de sangue e ultra deram negativos! Questão de dias, deu positivo!!! Minha cabeça ficou como? Doidinha!!!

Se você, mulher, estiver no início da gravidez, pode ser que todos os exames que você faça dêem negativos e só um tempão depois dê positivo. A irmã de uma amigona minha chegou a ser internada porque estava vomitando muito. Exames de sangue testavam a gravidez e nada. Tempos depois é que o resultado foi dar positivo.

O João foi feito dia 14/07/2014 (sim, eu sei o dia!). E o positivo só deu quando eu estava com quase 01 mês de gravidez. Vai entender, Gente! É coisa de doido mesmo! Portanto, confie no seu instinto, no seu coração e não se desespere.

Converse com seu(sua) ginecologista. Espere mais um tempo, refaça os exames. Não confie nos primeiros quando o resultado der negativo.... Nem sempre o que reluz é ouro!!! Enfim... Tire sempre suas dúvidas com uma pessoa gabaritada, ok?

Ah, me conta aí: conhece alguém que já passou por algo assim?

Beijão!


domingo, 22 de janeiro de 2017

VIOLÊNCIA URBANA E AS CRIANÇAS

Boa Tarde, Pessoas!

Como eu disse pra vocês no meu perfil pessoal do Face e no nosso perfil do Instagram, eu iria contar para vocês, aqui, as experiências que passei de assalto em que estava com a Julia, que tem apenas 06 anos - falando sobre as reações dela e como eu agi. Não estou dizendo que fiz o melhor que pode ser feito, mas o que julguei melhor para a minha filha, ok?

Então, como vocês sabem, moro no Rio de Janeiro e, por aqui, a violência está absurdamente alta. O bairro que moro, que era um bairro tranquilo, volta e meia, tem tido arrastão, assalto e violência armada até nos Shoppings da região.

Na 1ª vez que fui assaltada com a Juju, estávamos indo ao mercado. Eu havia perguntado a ela se ela preferia ir ao Mundial ou ao Guanabara - que são os supermercados mais próximos de onde moramos. Ela quis ir pro Guanabara e, no meio do caminho, um garoto (que devia ter, no máximo, 09 anos) roubou meu cordão.

Metade do cordão ficou no meu pescoço, metade o moleque levou. Ele estava acompanhado de mais uns 04 coleguinhas, e, juntos, correram pela Avenida pra fugir das pessoas da calçada. Obviamente, com o sinal aberto, eu não pude fazer nada, senão gritar. Não tinha como eu correr atrás do garoto no meio da avenida movimentada de carros.

Juju, diante da situação, abriu o berreiro. Ficou muito, muito nervosa e começou a chorar. Foi aí que as pessoas se aproximaram e tentaram ajudá-la. Enfim, fomos pro mercado e seguimos a vida. Só que aí, no dia seguinte, Juju começou a ter febre. E, logo depois, começaram os vômitos. Fomos parar no hospital, já que a situação durou alguns dias.

Exames diversos foram feitos e nada era constatado. Aparentemente, ela estava muito bem de saúde. Nada que justificasse febre de 39ºC / 39,5ºC e vômitos constantes. Aí, nisso, ela vira pra mim e me pede desculpas. Eu perguntei pelo o quê e ela me disse que a culpa do assalto tinha sido dela, porque ela que quis ir pro Guanabara. Que se ela tivesse optado pelo Mundial, não teríamos sido assaltadas.

OLHA COMO FUNCIONA A CABEÇA DE UMA CRIANÇA, GENTE!!!!

Sentei com ela, conversei e expliquei que ela não tinha culpa alguma de nada!!! Que o assalto poderia ter acontecido a caminho do Mundial. Que existem pessoas ruins que roubam as coisas dos outros, mas que ela não tinha culpa alguma da maldade alheia. Milagrosamente, a febre foi embora e os vômitos também.

Ontem, nós estávamos saindo do teatro. Eu, ela e o amiguinho dela. No ponto de ônibus, quando eu acabei de avisar ao Carlos que ia ao mercado, um moleque veio e levou meu celular. Garoto elástico, né? Porque eu estava no meio da calçada e ele estava na rua, de bicicleta. Saiu correndo com a bicicleta e eu, mais uma vez, nada pude fazer.

Imediatamente, Julia se desesperou e começou a chorar de nervoso. Gente, ela chorava muito! Muito mesmo! Mas, incrivelmente, eu fiquei calma. Fiquei, obviamente, muito chateada pelas fotos e arquivos que não iria conseguir recuperar, mas Deus me deu uma paz e uma tranquilidade inexplicável. Diante do desespero da Juju, decidi não esperar o ônibus e nem ir ao mercado. Peguei um táxi e fui pra casa.

Não fui com eles pra delegacia porque, desde a semana passada a Polícia está em greve no Rio. Só atendem flagrantes. Então, fui pra casa mesmo. Julia ainda chorava. Eu tentava acalmá-la e ela ficava calma por uns minutos, mas, daqui a pouco, abria o berreiro de novo. Em nenhum momento, NENHUM, deixei de acalentar minha filha. Minha maior preocupação, naquele momento, era ela.

Em casa, comecei a ligar para as operadoras e, milagrosamente, nenhuma delas atendia. 20 minutos depois, o inspetor de Polícia ligou pra minha casa. Eles recuperaram meu celular. Acharam o garoto 20 minutos depois do assalto, já no Maracanã. Os policiais (militares), que terminariam o plantão deles em 20 minutos, resolveram perseguir o garoto suspeito (eles poderiam ter deixado pra lá, afinal, ia dar o maior trabalho pegar o garoto e, em caso de flagrante, fazer todo o ritual burocrático). Enfim, pegaram o garoto, que tem 17 anos e 5 passagens pela Polícia e ficamos todos na Cidade da Polícia até as 20:30 hs. Louvo a Deus pela vida destes policiais. Ah, sim, o inspetor deu uma de CSI e me localizou pelo IMEI do meu aparelho.

Enfim, isso tudo pra dizer que, quando retornei pra mim casa, minha maior preocupação era a cabecinha da minha filha. Porque, nas duas vezes, EU ESTAVA COM ELA quando o assalto aconteceu. E meu maior medo é ela criar, dentro da cabecinha dela, uma síndrome do pânico ou virar uma pessoa neurótica, que não pega ônibus, que não sai de casa sem ser de carro com algum conhecido ou coisa assim. Que ela não tente viver em uma bolha.

Porque, ultimamente, ela anda super nervosa com qualquer pessoa que atenda telefone na rua ou use cordão ou brinco. Ela vive falando: "tira o cordão, mãe, o ladrão vai pegar". Ou, quando estamos na rua e, mesmo que seja um local seguro, com policiais, ela fala: "guarda o celular, mãe, que um ladrão vai pegar". E eu acho que vai ser péssimo pra ela viver nesta neurose.

Não sou psicóloga (já quis ser, mas o plano não prosperou), sou apenas mãe. Então, pra mim, a melhor solução foi CONVERSAR com ela. Sobre tudo o que acontece e que pode acontecer quando estivermos na rua. E, obviamente, deixar bem claro pra ela que nada disso é CULPA dela. Que poderia acontecer mesmo quando eu não estivesse com ela.

Conversei bastante com ela hoje também. Sobre o que ela pode fazer pra evitar assalto, que, caso aconteça, ela simplesmente entregue o que o ladrão quer, para que nada aconteça a ela fisicamente (claro que na linguagem dela, ok?).

Crianças são muito sensíveis e suscetíveis aos pensamentos e opiniões dos adultos que as cercam. E tendem, sim, a colocar sobre si a CULPA das coisas ruins que lhes acontecem ou que acontecem com pessoas próximas.

Portanto, esteja sempre pronto pra esclarecer o seu Pequeno. E note bem os sinais. Na 1ª vez, a Juju ficou doente de culpa e eu não percebi. Foi preciso que ela me dissesse. Mas, e se ela não contasse? Já imaginou? Até onde iria esta "virose" dela? CUIDADO COM OS SINAIS QUE AS CRIANÇAS NOS DÃO e, muitas vezes, sequer percebemos.

Conversem sempre com os filhotes sobre o que está acontecendo no mundo, na cidade e no bairro onde vivem. Esclareçam tudo, na linguagem deles. E, qualquer coisa, PROCUREM AJUDA ESPECIALIZADA! Psicólogos, psiquiatras, pediatras! Eles estão aí pra ajudar!

Boa semana!


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

MUDANÇA DE NOME & DE LAYOUT

Olá, Pessoas!

Então, vocês devem ter percebido que o nome do blog mudou! Assim como o nosso layout. Mas, por qual motivo isso tudo foi alterado? Bom, porque tudo na vida muda, evolui e o nosso espaço também, né?!

2016, como eu disse em um post anterior, foi um ano muito difícil. Mas muitas coisas boas também aconteceram e elas não serão ignoradas. A maior e melhor das mudanças aconteceu dentro de mim. Foi uma quebra de barreiras e amarras que levaram 35 anos para serem rompidas!

Como todos sabem, sempre fui um pouco acima do peso. Coisa que mudou quando eu tinha 13 anos, quando sofri um abuso sexual. Fui uma adolescente gordinha e uma jovem obesa. Fiz a cirurgia bariátrica, emagreci bastante (saí do 153 Kg para 83 Kg). Ainda assim, não fiquei magra.

Ao longo destes 15 anos de cirurgia, eu emagreci e engordei. Meu maior peso depois da cirurgia foi 118 Kg. Ano passado, apesar de ter aceito o fato de ser gorda, eu precisei passar por um processo de mudança alimentar por causa da minha saúde e eliminei 20 Kg.

O que eu quero dizer com tudo isso: Foram muitas mudanças externas, mas a mudança interna foi infinitamente maior! Saber, entender e me amar como uma mulher Plus Size foi fundamental para mim. Sou uma mãe Plus Size E TENHO ORGULHO DE QUEM EU SOU!

O mais importante na minha vida, hoje, é estar bem comigo e com os meus exames. Eu não posso e não tenho como viver na neura de padrões de beleza impostos pela sociedade que não vivem a minha vida, não passam pelas situações diárias que me cercam.

Admiro a mulher que vive lutando contra o ganho de peso - desde que ela faça isso com alegria e prazer. Caso contrário, queridos, sou ALTAMENTE CONTRA SIM! Essa neura que muitas mulheres têm na cabeça, na maioria das vezes, nem é o que ela realmente sente ou vive.

Durante anos eu ouvi de pessoas muito, mas muito próximas MESMO, que eu eu não teria namorado porque era gorda, que eu não teria amigos porque ninguém gosta de ter amigo gordo, que eu teria que casar com o primeiro que aparecesse senão eu não casaria porque gorda não casa, que eu não seria mãe porque gorda não tem filhos, que eu seria uma mulher sozinha porque ninguém gosta de gorda, que eu tenho o rosto lindo mas gorda ninguém gosta e muitas outras coisas do gênero.

Pessoas, se isso mexe com o emocional de uma mulher, imagine o emocional de uma adolescente? Pois é! Eu cresci ouvindo estas coisas e muito mais... Que me colocavam pra baixo mesmo... E acho que, como o mundo dos gordos era muito restrito (não no sentido de existir, mas de aceitar e amar), isso me influenciou por toda a vida!

Mas isso mudou em 2016!!! Essas barreiras foram rompidas por mim!

Eu estava aprendendo apenas a ser uma mãe. Mas não estava totalmente feliz com isso. Porque era feliz em determinas áreas, mas não me sentia inteira. E isso mudou. Hoje eu me amo, me aceito e sou uma mãe Plus muito bem resolvida.

Por isso, o nome e o layout também tinham que mudar. Porque a pessoa que escreve mudou! Continuo aprendendo a ser mãe porque a maternidade é um eterno aprendizado. Mas o blog, além de ser dedicado aos meus pequenos é dedicado a todas as mães: macérrimas, magras, gordinhas, gordas, obesas, verdes, amarelas, rosas, azuis, pretas, brancas, lilás... Enfim, este blog é nosso!

Seja bem vindo a 2017! Seja bem vindo ao Blog Vida de Mãe Plus!!!


sábado, 7 de janeiro de 2017

FESTA INFANTIL - A MISSÃO!!!

Oi, queridos!

Mal começamos o ano e tem muita mamãe por aí que já está fazendo lista de convidados, lista de cores, tema, procurando idéias do estilo "do it yourself" (ou "faça você mesmo").... Eu me incluo nesta lista.

Eu dei sorte de João e Julia fazerem aniversário no mesmo mês. Assim, dá pra fazer uma festa só. Pelo o menos por enquanto. Quando eles forem maiores, tenho certeza que a coisa mudará de figura, mas, por enquanto, eu vou aproveitar a regalia.

Vou falar como eu organizo as festinhas aqui em casa. Bom, pra começar, tudo depende do meu ORÇAMENTO. Até pra decidir, logo depois, o LOCAL DA FESTA. Alguns anos foi possível fazer festa em casa de festas (e, vamos combinar que isso é bem prático - é chegar, curtir a festa e ir embora. Bom, a não ser que você tenha uma irmã caçula como a minha, que não gosta da decoração da casa de festa e faz você montar uma com ela... Rsrsrsrs).

Depois dos itens acima, escolhemos o TEMA da festa. Ano passado o tema foi Mickey e Minnie. Se quiserem ver os detalhes, voltem alguns posts. A festinha foi em Abril de 2016. Não vou fazer mistério acerca do tema que escolhemos para este ano: Super Homem e Mulher Maravilha. Os detalhes, estes sim, só verão depois da festinha, ok?

Como eu disse, tudo depende do orçamento. Este ano, com 2016 sendo tão cruel, não vai rolar casa de festas. Vai ser no play mesmo. E praticamente tudo, quase tudo mesmo, será feito por mim e pela minha irmã. Então, depois de ver o orçamento, saber o tema e onde será a festa, vem algo complicado: LISTA DE CONVIDADOS.

Sei que, por ser data especial, queremos convidar um catatau de gente. Mas nem sempre é possível. Seja no play ou seja em casa de festas, não dá pra chamar o mundo de gente que nós conhecemos. Então, a seleção que eu faço sempre é: família próxima que participa da vida das crianças, amigos próximos que participam da vida das crianças e com filhos, amigos próximos que participam da vida das crianças, amigos que participam da vida das crianças com filhos, amigos que participam da vida das crianças e conhecidos mais próximos.

Não, não convido todos desta ordem. Eu determino quantas pessoas eu posso convidar. Faço a primeira lista com todos que eu gostaria de convidar e vou eliminando as pessoas a partir dos critérios acima. Porque, vamos combinar, tem gente que lembra que lhe conhece e a seus filhos às vésperas da festinha, né? Não fala nunca com você, não comenta nunca nas suas fotos, mas, perto da festa, lembra que você e seus filhos existem!

Tem muita gente assim! Cara de pau mesmo! E não é só gente "conhecida" não. Tem gente da família assim. Tem gente da Igreja assim... A pessoa "cara de pau" não escolhe o grau de proximidade... Rsrsrsrrs

Bom, depois de selecionar os convidados, eu divido a lista total: homens de um lado, mulheres de outro e crianças de outro. Aí, vou pro principal: COMES E BEBES. É imprescindível que nada falte na sua festa: desde o gelo até a quantidade de lixeira. Bom, pra me ajudar nisso, eu monto um menu básico e peço ajuda aos universitários através da "calculadora de festa infantil". Atualmente, a que eu uso é a do Programa Fazendo a Festa, do GNT (não é post publicitário. A GNT não está me dando nada. É porque a calculadora deles foi a mais completa). Os links eu coloco no fim do post - de 03 calculadoras que eu gosto de usar.

Aí, definido tudo isso, é hora de fazer a DECORAÇÃO. Essa parte eu deixo pra minha irmã. Ela AMA isso e é ÓTIMA nisso. Então, nisso, eu simplesmente relaxo. Deixo ela ter as idéias e dou o suporte que ela precisa - seja comprando as coisas ou cortando um pouco as asas dela pq senão o meu orçamento vai todo pra decoração!!! Rsrsrsr

Depois disso, defino LOGÍSTICA. O que precisa ser comprado, feito, buscado, se vai ter que contratar ajudantes, gelo, isopor ou tina... Estas coisas, sabe? E já vou montando a lista do que preciso comprar para os comes e bebes. Assim, consigo comprar os itens não-perecíveis e estocar, pra não surtar às vésperas do evento. Neste item eu incluo os BRINQUEDOS que posso, ou não ter no evento e se preciso aludar algo.

Aí, decido se vou colocar, ou não, LEMBRANÇAS. E, neste quesito, eu quero deixar registrado a minha opinião sobre o assunto: as crianças estão com o péssimo hábito de achar que todo aniversário que vão, têm que sair com aquele monte de lembrancinhas que nem cabem nas mãos. Gente, péra! Nós vamos aos aniversários para PRESTIGIAR O ANIVERSARIANTE e não para ganhar um zilhão de lembrancinhas.

Na minha época de criança, lembrancinha era: língua de sogra, apito, ioiô, balas, brindes que se ganhava nas brincadeiras e doces que capturava do balão estourado e, no máximo, alguma bobeira com o papel de agradecimento. Nada mais. Ah, sim, aquele pedaço de bolo no pratinho, com alguns doces, pra comer em casa... Básico. Mais nada.

Hoje, além dos doces que estão na mesa, é marmitinha, potinho com balas, bolsa, kit disso e daquilo outro, cupcake, cake pop, balde de pipoca, squeeze, garrafinha de refri personalizado, garrafinha de água personalizado e mais um monte de outras coisas.

Olha, se você está pensando em fazer tudo isso: Beleza, a festa é sua, o sonho é seu, faz como desejar. Eu, Bianca, acho que aniversário é pra prestigiar o aniversariante. Mas cada um tem sua opinião e todos ficam felizes quando são respeitados, ok?

Agora, vou dar uma dica: se vai fazer bolsinha, mochilinha, estojinho ou qualquer coisa assim e quer que se convidado use depois: NÃO GRAVE O NOME DO ANIVERSARIANTE E/OU A DATA DA FESTA no objeto. Sabe por que? Porque, quando você faz isso, vai TUDO PRO LIXO. E isso não é só aqui em casa, não, tá? Muitas mães fazem isso e não te contam!

A Juju usa quase tudo porque ela brinca que é das bonecas dela. Um ou outro é que vai pro lixo aqui. Mas confesso que ela não usa pra ir ao shopping ou ir a um outro evento. (Exceção a isso: baldes de pipoca, copos, canecas, squeeze e etc - que tê utilidade).

Logo depois, CONVITES. Aí é com você: se vai ser só virtual, se vai ter convite impresso, se apenas vai criar evento no Facebook.... Lembrando que, por mais cibernético que o mundo esteja, existem pessoas que não têm perfil em rede social e prefere receber o convite por escrito. Mas aí é uma questão pessoal sua, ok?!

Por fim , faço a LISTA DE METAS: Quantos meses falta pro evento, o que tem que ser comprado e as datas limites de compra. Até porque, algumas lembrancinhas têm que ser encomendadas com bastante antecedência. O que der pra comprar antes e estocar, melhor. Também faço isso porque muita coisa, nós fazemos, então, tenho que me dar prazos e metas do que precisa estar pronto e até quando. Ah, faça metas viáveis. Caso contrário, você surta!

Bom, é isso!

Qual a sua dica pra programar a festa infantil dos seus filhos? Conta aí! Vai que eu deixei de mencionar algo...

Beijos!

Bia





LINKS DAS CALCULADORAS:

Programa Fazendo a Festa: http://gnt.globo.com/programas/fazendo-a-festa/calculadora-de-festas.html

ClassiFesta: http://www.classifesta.com.br/f/calculo-festa-infantil/

Revista Pais & Filhos: http://www.paisefilhos.com.br/ferramentas/calculadora-de-festa/?offset=0